Tráfego pago para Clínicas de Reprodução Humana: o mercado que exige precisão
O setor de reprodução assistida é um dos mais sensíveis e de maior ticket do mercado de saúde no Brasil. Um ciclo de FIV (fertilização in vitro) custa entre R$ 15.000 e R$ 40.000, e o casal que chega até uma clínica já passou por meses — às vezes anos — de pesquisa, frustração e esperança. Isso muda completamente a estratégia de mídia paga.
No Google Ads, os termos mais valiosos não são os óbvios como "fertilização in vitro". São buscas com alta intenção emocional e clínica: "segunda opinião FIV", "clínica de reprodução com alta taxa de sucesso", "tratamento de infertilidade masculina". O usuário que digita essas frases está comparando clínicas e prestes a ligar. A Nagase estrutura campanhas com segmentação de jornada — desde o topo (conscientização sobre infertilidade) até o fundo (agendamento de consulta inicial).
No Meta Ads, o trabalho é com públicos de interesse específico: mulheres entre 28 e 42 anos em relacionamento estável, com renda familiar acima de R$ 8.000, que engajam com conteúdo de saúde reprodutiva. O criativo precisa ser acolhedor e esperançoso — nunca alarmista. Depoimentos reais de pacientes (com autorização) têm CTR 3x maior que anúncios institucionais nesse segmento.
A Nagase não trata campanhas de reprodução humana como tráfego genérico de saúde. Cada anúncio é revisado para garantir tom empático, conformidade com o CFM e rastreamento preciso de agendamentos — não apenas cliques.
Sazonalidade e janelas de campanha
Há dois picos de demanda no ano: janeiro-março (início do ano, casais retomam tratamentos) e agosto-outubro (antes do verão, quando procedimentos eletivos aumentam). Campanhas com orçamento reforçado nessas janelas geram CPL até 40% menor que nos demais meses.
